O Parque Estadual da Pedra Branca é considerado a maior reserva florestal em área urbana no mundo. Compreende um total de 12.500 hectares, onde se destaca o Pico da Pedra Branca, ponto culminante da Cidade com 1024 metros de altitude. SITE NÃO OFICIAL.
"Quero poder deixar esse mundo melhor do que encontrei..."



segunda-feira, 30 de maio de 2011

Plano de Manejo - IPÊ


O IPÊ, em parceria com a Arvorar Soluções Florestais, iniciou no mês de maio os trabalhos para realização do Plano de Manejo do Parque Estadual da Pedra Branca e da Reserva Biológica de Guaratiba, ambos localizados na cidade do Rio de Janeiro.

O Parque Estadual da Pedra Branca tem 12,5 mil hectares e fica nos limites de vários bairros da Zona Oeste e da Baixada de Jacarepaguá. É nesta área que está localizado o ponto culminante do município do Rio de Janeiro — o Pico da Pedra Branca, com 1.024 metros de altitude. A Rebio de Guaratiba, também localizada na Zona Oeste, mais especificamente no litoral Nordeste da baía de Sepetiba. A reserva foi criada para preservar os manguezais e sítios arqueológicos do Estado e tem aproximadamente 3,6 mil hectares.

Diante da importância dessas Unidades de Conservação, o projeto desenhado pelas organizações tem como seus principais objetivos integrar as UCs com as populações vizinhas, despertando maior conscientização sobre a importância das áreas; propor a estruturação da UCs, com estruturas prediais, acessos, atrativos, equipamentos e meios de comunicação e de transporte além, é claro, de desenvolver um instrumento estratégico e operacional para os gestores dessas áreas.

Durante os meses de junho e julho, os esforços da equipe foram direcionados para coleta de dados e levantamentos para análise das áreas, estudo fundamental para a proposição de um plano de manejo. “Os pesquisadores estão em campo coletando informações sobre aspectos bióticos, físicos, históricos e socioeconômicos”, conta Angela Pellin, pesquisadora do IPÊ e diretora técnica da Arvorar.

No mês de agosto está prevista a realização de várias Oficinas de Diagnóstico Rápido Participativo, onde serão apresentados os principais resultados dos diagnósticos e a proposta inicial do plano, abrindo para discussões, propostas e reivindicações dos atores envolvidos.

“As oficinas nos auxiliam a conhecer melhor a região das UCs, entendendo seus pontos fortes e fracos e as principais pressões e ameaças sobre as áreas. Além disso, nos permite olhar para essas áreas segundo novas perspectivas, considerando a percepção de instituições e comunidades que se relacionam diretamente com essas áreas”, completa Angela.

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