O Parque Estadual da Pedra Branca é considerado a maior reserva florestal em área urbana no mundo. Compreende um total de 12.500 hectares, onde se destaca o Pico da Pedra Branca, ponto culminante da Cidade com 1024 metros de altitude. SITE NÃO OFICIAL.
"Quero poder deixar esse mundo melhor do que encontrei..."



sexta-feira, 30 de março de 2012

TRILHA PARA A PEDRA DO OSSO

Em comemoração ao Dia do Turismo Ecológico - continuação.

quinta-feira, 29 de março de 2012

Registro Dia do Turismo Ecológico - Núcleo Piraquara

No último dia 10 de março foi comemorado no Núcleo Piraquara, em Realengo, o Dia do Turismo Ecológico. Na ocasião os visitantes e convidados em parceria com a RJ Adventura tiveram a oportunidade de assistir uma palestra com o Biólogo e membro do Núcleo de Conservação do Parque Estadual da Pedra Branca - Leonardo Furtado, além de terem desfrutado de um delicioso café da manhã, antes da subida para a Trilha da Pedra do Osso.

Na palestra Leonardo contou sobre suas funções no Parque, sobre a atividade dos montanhistas e da FEMERJ (Federação de Montanhismo do Estado do RJ) e sua função de organizar o esporte de montanha dentro do Estado do RJ; explicou sobre as APP´s (áreas de proteção permanente), e o programa Pega Leve de mínimo impacto em ambientes naturais.

Leonardo reforçou também os principais motivos para continuarmos incentivando o plantio de árvores.  Dentre eles: regulação do regime hídrico; proteção do solo; liberação de umidade; manutenção da fertilidade; absorção de CO2 e liberação de O2; barreira sonora; beleza cênica; abrigo para fauna; recurso madeireiro, energético, alimentício, medicamentoso - matéria-prima.
Lembre-se que: "Você é dono do Parque" - "Cuide dos locais de sua aventura".
Nesta oportunidade, os participantes colaboraram com um kg de alimento não perecível que foram doados para o Orfanato Amanhecer.





















segunda-feira, 5 de março de 2012

Blitz ecológica retira acampamentos irregulares em Barra de Guaratiba

Fonte: INEA

Mais de meia tonelada de lixo recolhida, uma pessoa autuada e várias barracas de acampamento retiradas. Este foi o saldo da blitz ecológica que a Secretaria de Estado do Ambiente e o Instituto Estadual do Ambiente (Inea) realizaram neste domingo(04/03) nas praias do Perigoso, do Meio e Funda, em Barra de Guaratiba, na Zona Oeste do Rio.

O objetivo da operação foi reprimir acampamentos em áreas protegidas, o que é proibido por lei. As praias do Perigoso, do Meio e Funda fazem parte de unidade de conservação de proteção integral. Estas praias integram o Mosaico Carioca, que abrange os parques Nacional da Tijuca, Estadual da Pedra Branca e Natural Municipal de Grumari.

“São áreas protegidas e, por isso, não podem ser utilizadas para acampamentos. Os principais materiais recolhidos foram latas de cerveja, garrafas PET e sacos de biscoito. Além disso, nós encontramos uma casa construída em uma pedra onde havia um vaso sanitário improvisado que levava o esgoto diretamente para o mar. Nossas ações fiscalizatórias serão intensificadas nesta região para reprimir permanentemente os acampamentos”, avisou José Maurício Padrone, chefe da Coordenadoria Integrada de Combate aos Crimes Ambientais (Cicca), da SEA, que coordenou a operação.

A ação contou com apoio do Batalhão Florestal, da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e da Guarda Municipal. As equipes chegaram à Praia do Perigoso por mar e por terra. Por mar, o grupo percorreu, de lancha, pelo menos 40 km, da Baía de Guanabara à Barra de Guaratiba. Por terra, a equipe teve de percorrer, por cerca de duas horas, uma trilha de difícil acesso.

Ao chegarem ao local, os fiscais flagraram diversas barracas de acampamento, muito lixo, restos de comida e até uma casa construída em uma pedra, onde, segundo os policiais, mora um homem há três anos. Além de 600 kg de lixo recolhidos, foram retiradas três barracas fixas de acampamento. Um homem que estava em uma dessas barracas foi autuado, por tê-la construída com folhas e madeira retiradas da Mata Atlântica do entorno.

domingo, 4 de março de 2012

Calendário de Atividades - Projeto Natureza Doce em parceria com PEPB

Segue o calendário de atividades do Projeto Natureza Doce - PEPB.

Próximo ao evento disponibilizaremos mais detalhes sobre a programação.

v 22/01 – Implantação dos cavaletes - Núcleo Piraquara
v 10/03 – Dia do Turismo Ecológico – Núcleo Piraquara
v 22/03 – Dia da água – Núcleo Pau da Fome
v 23/04 -Dia da Terra – Núcleo Camorim
v 27/05 – Dia da Mata Atlântica - Núcleo Piraquara
v 5 a 10/06 – Semana do Meio Ambiente – Núcleo Pau da Fome
v 21/07 –Dia de proteção as Florestas – Núcleo Camorim
v 14/08 – Dia do Combate a Poluição - Núcleo Piraquara
v 21/09 – Dia da Árvore - Núcleo Pau da Fome
v 22/09 – Dia da Defesa a Fauna  – Núcleo Camorim
v 04/10 – Dia Mundial dos Animais e Dia da Natureza – Núcleo Piraquara
v 29/12 – Dia da Biodiversidade -  Núcleo Pau da Fome

sexta-feira, 2 de março de 2012

Comemoração Dia do Turismo Ecológico - Evento Transferido para sábado dia 10/03

Você é nosso convidado! Participe!

OBS: Devido a forte chuva que caiu pela manhã no Rio, o evento foi transferido para o próximo sábado - Dia 10/03/2012.

Devido a alteração de data, ocorrerá uma mudança na progamação:

09h às 10h30 - Palestra com o Biólogo Leonardo Furtado - PEPB/INEA/RJ
Núcleo de Conservação da Natureza PEPB

As demais atividades permanecem inalteradas.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Apreendido Material de Caça na Pedra Branca

Fonte: INEA
Site: http://www.inea.rj.gov.br/noticias/noticia_dinamica1.asp?id_noticia=1663

Uma grande quantidade de material para caça – incluindo espingardas de grosso calibre e munição – foi apreendida nesta quarta-feira(08/02) em operação de fiscalização promovida pela Cicca (Coordenadoria Integrada de Combate aos Crimes Ambientais; da Secretaria de Estado do Ambiente) e pelo Instituto Estadual do Ambiente (Inea), no Parque Estadual da Pedra Branca, na Zona Oeste do Rio. A blitz contou com a participação do secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc.



Dentre os objetos apreendidos e levados para a sede do parque, em Jacarepaguá, havia dois trabucos, uma espécie de armadilha preparada para atirar a curta distância, que é acionada com a passagem de animais silvestres – uma ameaça à vida de quem percorre as trilhas dessa unidade de conservação. Ninguém foi preso.

Com o apoio do Batalhão de Polícia Florestal, da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA) e do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), a operação de hoje fez parte de uma série de ações que visam a reprimir a atuação de caçadores ilegais nos parques estaduais para o contrabando de aves silvestres.

A operação foi organizada na madrugada desta 4ª feira, em plena lua cheia. A claridade do luar favorece a ação dos caçadores, que buscam animais como pacas e tatus para o consumo, e de pássaros para abastecer o comércio ilegal de aves silvestres.

Após percorrer quase três horas pelas matas do parque, a equipe chegou a um rancho, onde os caçadores passaram a noite. No local, a equipe de fiscais encontrou quatro espingardas, dois trabucos e uma “boca de lobo” – um tipo de armadilha utilizada para capturar animais como paca e tatu –, além de farta munição. O material foi levado para a sede do Parque Estadual da Pedra Branca, em Jacarepaguá, e, em seguida, para a DPMA.

O secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc, destacou que as bem sucedidas ações de combate à caça ilegal e à comercialização de aves silvestres são resultados de um trabalho de inteligência que a Secretaria de Estado do Ambiente vem realizando, em parceria com a Polícia Federal e o Ibama, para reprimir crimes ambientais. Em paralelo às operações de fiscalização nos parques estaduais, a SEA vem deflagrando blitze nas feiras onde são comercializadas aves silvestres.

“Algumas espécies que estão sendo capturadas no parque da Pedra Branca, como o tatu e o bicho-preguiça estão entre as espécies mais ameaçadas de extinção no estado. Além das ações para combater a caça ilegal, estamos deflagrando ações fiscalizatórias nas feiras para reprimir o comércio de aves silvestres, o que configura crime ambiental. Atualmente, os pássaros silvestres mais valiosos não estão mais sendo vendidos nas feiras de Duque de Caxias e de São Gonçalo, por exemplo, pois os traficantes não querem mais ter prejuízos, já que, nessas ações, muitos pássaros silvestres são apreendidos. Essas aves são levadas para fazendas, onde ficam escondidas, para não terem prejuízos. O traficante paga R$ 50,00 por uma determinada ave silvestre e vende por 5.000 euros para o mercado alemão. Então, é um trabalho conjunto com a Polícia Federal, o Batalhão Florestal e o Ibama, e que precisa ser persistente e permanente”, afirmou o secretário.

Minc destacou que as ações de fiscalização serão intensificadas no estado e que, para isso, quer fortalecer o quadro de pessoal. “Vamos contratar, por meio de concurso público, 220 guarda-parques, e fechamos com o secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame, a Upam (Unidade de Polícia Ambiental). Através dessa iniciativa, teremos policiais militares alocados nas nossas unidades de conservação. Dessa forma, poderemos intensificar as nossas ações de fiscalização”, completou.

Para o coordenador da Cicca, José Maurício Padrone, o que mais preocupa na ação clandestina desses caçadores é o uso do trabuco, espécie de armadilha para animais que morrem por tiro ao acionar seu mecanismo:

“Os caçadores espalham esse tipo de arma pela floresta. Depois, voltam para ver se algum animal foi atingido. Mas, para o ser humano, tem efeito semelhante ao de uma mina terrestre, podendo causar graves ferimentos ou até mesmo a morte. Apesar das dificuldades de acesso ao local, nossas equipes não medem esforços para atender as demandas, e sempre contamos com denúncias da comunidade”, disse, acrescentando que o rancho descoberto, e que serve como ponto de apoio para os caçadores, foi destruído pela equipe.

O Parque Estadual da Pedra Branca é considerado a maior reserva florestal em área urbana do mundo. Compreende uma área total de 12.500 hectares de extensão, que serve de abrigo a uma rica fauna. A unidade de conservação onde os caçadores agiam foi criada por lei estadual em 1974, para preservar o patrimônio natural no centro do Município do Rio.